Ashton Kutcher, O Murdoch 2.0

26 Apr 2019 13:27
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<h1>Ashton Kutcher, O Murdoch 2.0</h1>

<p>“Kutcher produz um misto de entretenimento com interatividade e propaganda”, diz Brent Csutoras, consultor de mar keting especializado em m&iacute;dias sociais. Como &eacute; praxe em organiza&ccedil;&otilde;es de web, a Katalyst Media come&ccedil;ou de um jeito um pouco mambembe. Qual A Melhor Estrat&eacute;gia De Vendas? , quando o seriado That 70’s Show ainda estava no auge, Kutcher uniu-se ao produtor Jason Goldberg para capitalizar em cima da popularidade de seu protagonista.</p>

<p>Nascia, deste jeito, o programa Punk’d, apresentado pela MTV, que trazia pegadinhas envolvendo celebridades. O consequ&ecirc;ncia foi s&oacute; ok. At&eacute; que, no in&iacute;cio de 2009, Sarah Ross, veterana da &aacute;rea de marketing do Yahoo! O primeiro teste veio com um trabalho quase volunt&aacute;rio pra ONU. Um dos amigos de Sarah pela institui&ccedil;&atilde;o queria achar uma maneira de chamar a aten&ccedil;&atilde;o do universo pro Dia Contra a Mal&aacute;ria.</p>

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<p>Pela data, Kutcher contava com “apenas” 750 000 seguidores no Twitter. A Katalyst lan&ccedil;ou, em vista disso, uma corrida contra a CNN para acompanhar quem conseguiria regressar primeiro a 1 milh&atilde;o de seguidores (a rede de Televis&atilde;o americana contava com o segundo perfil mais popular do Twitter). Caso vencesse, Kutcher contribuiria com cem 000 d&oacute;lares do respectivo bolso pra raz&atilde;o. A CNN topou o est&iacute;mulo e passou a proporcionar espa&ccedil;o na sua programa&ccedil;&atilde;o para atualizar os espectadores quanto &agrave; corrida. At&eacute; o sisudo apresentador Larry King entrou pela brincadeira.</p>

<p>Ao fim, Kutcher venceu a disputa e ainda conseguiu trazer a aten&ccedil;&atilde;o de in&uacute;meras celebridades pra circunst&acirc;ncia do combate &agrave; mal&aacute;ria. Efeito: arrecadou mais de Conhe&ccedil;a A Empres&aacute;ria Brasileira De Corpo humano Sarado Que Conquistou Os Estados unidos d&oacute;lares pra ONU. “Nas redes sociais n&atilde;o basta publicar not&iacute;cias”, diz Doyle, da Media Marketing Consultants. “&Eacute; preciso motivar grandes grupos cerca de uma raz&atilde;o. EVIDENTEMENTE, TAMANHA mobiliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o passou despercebida por novas das maiores corpora&ccedil;&otilde;es do universo, impacientes por surfar a onda das redes sociais. Como o p&uacute;blico-centro da marca eram mulheres com mais de 25 anos, Kutcher pediu assist&ecirc;ncia &agrave; tua mulher, Demi. Os dois postaram no Twitter um pedido para que as pessoas enviassem videos com depoimentos a respeito de pobreza.</p>

<p>A atriz editou as imagens e publicou o equipamento pela p&aacute;gina da Kellogg no Facebook (perto, claro, com informa&ccedil;&otilde;es sobre isso as doa&ccedil;&otilde;es da corpora&ccedil;&atilde;o &agrave; raz&atilde;o). Em menos de um m&ecirc;s, o blog j&aacute; contava com audi&ecirc;ncia de em torno de 200 000 pessoas, mais de dois ter&ccedil;os delas mulheres. “Atin gimos exatamente a audi&ecirc;ncia que busc&aacute;vamos”, declara Kris Charles, porta-voz da Kellogg.</p>

<p>“E de um jeito nada habitual. &Eacute; prov&aacute;vel que lev&aacute;ssemos mais tempo pra obter um consequ&ecirc;ncia id&ecirc;ntico com o das ag&ecirc;ncias convencionais.” Por&eacute;m &eacute; no recente trabalho com Como Fazer Um Relat&oacute;rio De M&iacute;dias sociais Significativo? as maiores expectativas em conex&atilde;o &agrave; Katalyst est&atilde;o depositadas. Vizinho Chato &eacute; Desvantagem Maior De Viver Em Condom&iacute;nio - Viver mar&ccedil;o, a produtora lan&ccedil;ar&aacute; na internet uma a&ccedil;&atilde;o em que os internautas poder&atilde;o n&atilde;o s&oacute; escolher o nome e o r&oacute;tulo de um novo sabor do refrigerante Mountain Dew como tamb&eacute;m postar comerciais pro item.</p>

<p>“Algumas corpora&ccedil;&otilde;es sentem-se inseguras em rela&ccedil;&atilde;o ao grau de exposi&ccedil;&atilde;o das marcas nessas m&iacute;dias”, diz o consultor Csutoras. Apesar de pare&ccedil;a simples, o padr&atilde;o de neg&oacute;cios desenvolvido na Katalyst n&atilde;o &eacute; exatamente simples de ser reproduzido - tampouco est&aacute; livre de riscos. Na internet, ao oposto do que ocorre pela vida real, quanto mais uma celebridade se associa a uma marca ou objeto, menos interfer&ecirc;ncia a respeito teu p&uacute;blico ela tem - um paradoxo ainda n&atilde;o solucionado pelo respectivo Kutcher.</p>

<p>O que ocorreu recentemente no Brasil com o apresentador Marcelo Tas fornece uma id&eacute;ia das consequ&ecirc;ncias desta marca&ccedil;&atilde;o cerrada. Em mar&ccedil;o de 2009, Tas contava com o perfil mais popular do Twitter no Brasil, com 18 000 seguidores. At&eacute; que ele come&ccedil;ou a incluir em seus postagens infos sobre isto um novo servi&ccedil;o de banda larga da Telef&ocirc;nica, concession&aacute;ria de telefonia do estado de S&atilde;o Paulo. O acordo publicit&aacute;rio foi celebrado pelo Wall Street Journal como uma maneira inovadora de trabalhar a marca na internet, no entanto isso n&atilde;o impediu que Tas recebesse uma avalanche de considera&ccedil;&otilde;es de seus seguidores. “Todo universo ainda est&aacute; tateando deste terreno”, diz Tas.</p>

[[image http://www.nodestudios.co.uk/wp-content/uploads/2015/05/SOCIAL-MEDIA.png&quot;/&gt;

<p>Os acordos de patroc&iacute;nio ficaram em segundo plano. “No Twitter e no Facebook, os famosos s&atilde;o percebidos como pessoas pr&oacute;ximas, quase como amigos”, diz Marcelo Coutinho, professor de marketing da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas. “Qualquer pisada na bola pode botar em xeque essa importancia. Os internautas costumam ser muito conservadores no momento em que se trata desse tipo de agrega&ccedil;&atilde;o.” Recentemente, Kutcher come&ccedil;ou a testar o potencial de projetos que n&atilde;o estejam vinculados &agrave; sua imagem.</p>

<p>O primeiro deles &eacute; o Fantasy Football, programa semanal a respeito de futebol americano exposto por um consultor fan&aacute;tico pelo esporte - entretanto totalmente inexplorado do p&uacute;blico. “Eventualmente eu apare&ccedil;o por l&aacute;”, citou Kutcher em uma entrevista recente &agrave; revista americana Fast Company. Os n&uacute;meros esclarecem que, a despeito do esfor&ccedil;o, os internautas querem mesmo &eacute; observar a carinha do ator pela tela de seu micro computador.</p>

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